Esqueça o passado. Em 2026, a nova obsessão de Trump é o Canal do Panamá. Entenda como a crise hídrica e a sombra da China criaram o pretexto perfeito para uma manobra de pinça que ameaça redesenhar o mapa das Américas. Leia agora no Conversa Fora.
No início de 2026, a diplomacia do grito ganha um novo capítulo nos trópicos. Enquanto o mundo digere a investida americana sobre a Groenlândia, Washington prepara o terreno para retomar o controle do Canal do Panamá. Entre crises hídricas e a sombra da infraestrutura chinesa, este texto disseca a manobra de Donald Trump para expulsar Pequim e garantir que os EUA voltem a ser os únicos porteiros das Américas.
Descubra por que a Groenlândia virou a peça central da estratégia de Trump em 2026. Da guerra pelas terras raras ao escudo antimísseis “Domo de Ouro”, entenda os bastidores da nova obsessão americana no Ártico.
Este artigo analisa a série His & Hers a partir da ideia de cegueira moral do amor, gênero, raça e a invisibilidade da mulher preta envelhecida como eixo central da violência simbólica.
Descubra a vida fascinante de Ernest Hemingway. Da Teoria do Iceberg aos bares de Havana, exploramos suas obras, suas lutas e o legado de um dos maiores escritores do século XX. Leia mais no Conversa Fora
Este ensaio investiga como a arquitetura dos aplicativos de relacionamento (Tinder, Bumble) transformou o encontro humano em um processo de gerenciamento de estoque. Ao analisar o conceito de “capitalismo emocional”, o texto discute como o gesto mecânico do swipe e a oferta infinita de opções educam nossa subjetividade para a obsolescência programada do outro. Uma reflexão necessária sobre a urgência de descolonizar nosso desejo, retomar o tempo do coração e resgatar a capacidade de sermos afetados pelo imprevisto.
O texto analisa a monogamia não apenas como uma escolha afetiva, mas como um regime que se articula profundamente com a lógica capitalista. A partir de Descolonização dos Afetos, de Geni Núñez, o ensaio mostra como o amor monogâmico contemporâneo incorpora ideias de propriedade, investimento e gestão emocional
Este ensaio investiga o momento em que a eficiência deixa de ser ferramenta no futebol e passa a operar como ideologia. A partir de exemplos concretos, o texto questiona como dados, métricas e lógicas de curto prazo reorganizam o jogo, o risco e a experiência esportiva
Este ensaio analisa como espaços urbanos informais — como ruas, quadras, bares e espaços religiosos — produzem aprendizagens fundamentais fora da escola. Ao observar práticas cotidianas, usos do espaço e formas de convivência, o texto mostra como a cidade educa corpos, relações e experiências políticas sem se apresentar como pedagógica.
Como a profissionalização, os dados e a eficiência transformaram o futebol em campo de disputa entre paixão, gestão e mercado.
