Em julho de 2026, cerca de 60 mil pessoas tentaram entrar em Ceuta, um pequeno território espanhol localizado no norte da África. Mas por que existe uma cidade europeia em solo africano? E como uma disputa envolvendo o Saara Ocidental ajudou a transformar essa região em um dos pontos mais sensíveis da política internacional?
A história da privacidade, do Panóptico ao capitalismo de vigilância e por que a LGPD se tornou um dos direitos fundamentais do século XXI.
A Guerra das Malvinas transformou para sempre a rivalidade entre Argentina e Inglaterra. Entenda como um conflito de 74 dias continua presente no futebol.
Encontrei A greve dos mendigos, de Aminata Sow Fall, quase por acaso. O que parecia apenas um romance curto transformou-se em uma reflexão profunda sobre pobreza, cidade, caridade e as relações invisíveis que sustentam a vida social.
Os Estados Unidos celebram 250 anos de sua Independência em meio a disputas sobre memória, escravidão, pais fundadores e identidade nacional. Entenda como a Revolução Americana continua influenciando o presente.
Muito além do julgamento dos líderes nazistas, Nuremberg deixou uma pergunta que ainda desafia a História: como pessoas comuns participam de grandes atrocidades?
Por que tantas pessoas sentem paz quando chove? A psicologia, a neurociência e a sociologia ajudam a explicar nosso fascínio pelos dias chuvosos.
Lamine Yamal, Rocafonda e a disputa pelo significado dos lugares Toda vez que Lamine Yamal marca um gol, a mesma cena se repete. O jovem atacante do Barcelona e da…
A Copa do Mundo sempre foi apresentada como um torneio entre nações. Em 2026, porém, mais de 300 jogadores nasceram em países diferentes daqueles que representam. A partir dos casos de Marrocos e Cabo Verde, este ensaio discute como migração, colonialismo e globalização transformaram as formas de pertencimento e desafiaram as concepções tradicionais de identidade nacional.
O afrofuturismo costuma ser associado a filmes como Pantera Negra ou a obras de ficção científica protagonizadas por pessoas negras. No entanto, seu alcance vai muito além da estética. Ao questionar quem tem o direito de imaginar o futuro, o movimento conecta memória, tecnologia, identidade e política para desafiar narrativas tradicionais sobre progresso e desenvolvimento.
