Entre Rivaldo, Ronaldo, Romário e Neymar, o futebol brasileiro parece repetir os mesmos ciclos emocionais há décadas. Um ensaio sobre memória, ansiedade, salvadores nacionais e a dificuldade do Brasil em esperar seus próprios craques.
A história da criminalização da capoeira revela como a Primeira República associou corpos negros, pobreza e ocupação das ruas à ideia de perigo social no Brasil pós-abolição.
Alguns romances distópicos deixaram de parecer apenas ficção. Neste ensaio, o Conversa Fora explora como obras como 1984, Admirável Mundo Novo e Fahrenheit 451 ajudam a interpretar o presente.
Com a aproximação das eleições de 2026, as pesquisas eleitorais voltam ao centro do debate público brasileiro. Mas até que ponto esses levantamentos apenas medem a opinião pública ou ajudam a construir a própria percepção política da sociedade? O texto explica como funcionam amostras, margens de erro e metodologias dos institutos, além de discutir o impacto das pesquisas sobre comportamento eleitoral, voto útil, mídia e sensação de maioria.
Existe algo profundamente contraditório na forma como a sociedade trata a maternidade. Durante um dia do ano, mães ocupam o centro do discurso público. Comerciais emocionados aparecem na televisão, mensagens…
Noites brancas, de Dostoiévski, acompanha um jovem solitário que vive mais em seus sonhos do que na realidade, até conhecer Nástienka durante algumas noites de verão em São Petersburgo. A partir desse encontro breve e intenso, o livro explora a solidão, o amor idealizado e o risco de amar mais a possibilidade do que a pessoa real.
Quarenta anos depois, Chernobyl permanece como chave para entender os limites da tecnologia e o controle político da informação.
O que a sua cidade revela sobre você sem que você perceba? A pergunta pode parecer abstrata. No entanto, basta observar com atenção o caminho entre a sua casa e…
As praças continuam ali, mas a forma de ocupá-las mudou. Este texto investiga por que os espaços onde era possível simplesmente estar estão desaparecendo, não fisicamente, mas na forma como vivemos a cidade.
Por que é tão difícil parar no meio de uma série, mesmo quando ela nem é tão boa? Este texto analisa como o streaming transforma escolha em continuidade e reorganiza nossa relação com o tempo.
