Por que tantas pessoas sentem paz quando chove? A psicologia, a neurociência e a sociologia ajudam a explicar nosso fascínio pelos dias chuvosos.
Existe algo profundamente contraditório na forma como a sociedade trata a maternidade. Durante um dia do ano, mães ocupam o centro do discurso público. Comerciais emocionados aparecem na televisão, mensagens…
O texto analisa como a aceleração da vida contemporânea está transformando nossa relação com o tempo. Ao tornar a espera um problema, a sociedade passa a reduzir a capacidade de sustentar processos, afetando o desejo, a atenção e a experiência. A partir de autores como Hartmut Rosa, Norbert Elias e Paul Virilio, o artigo discute como a perda da espera impacta a forma como vivemos.
Rage não é apenas explosão emocional, mas uma forma de linguagem moldada por algoritmos, métricas de engajamento e economia da atenção. Nas redes sociais, a raiva deixa de ser exceção e passa a estruturar a comunicação.
Este ensaio investiga como a arquitetura dos aplicativos de relacionamento (Tinder, Bumble) transformou o encontro humano em um processo de gerenciamento de estoque. Ao analisar o conceito de “capitalismo emocional”, o texto discute como o gesto mecânico do swipe e a oferta infinita de opções educam nossa subjetividade para a obsolescência programada do outro. Uma reflexão necessária sobre a urgência de descolonizar nosso desejo, retomar o tempo do coração e resgatar a capacidade de sermos afetados pelo imprevisto.
O texto analisa a monogamia não apenas como uma escolha afetiva, mas como um regime que se articula profundamente com a lógica capitalista. A partir de Descolonização dos Afetos, de Geni Núñez, o ensaio mostra como o amor monogâmico contemporâneo incorpora ideias de propriedade, investimento e gestão emocional
Um ensaio sobre como o afeto atravessa as trajetórias profissionais, revelando tensões entre amor pelo trabalho, cansaço, identidade e sobrevivência no capitalismo contemporâneo.
Este ensaio propõe o afeto como método de compreensão do mundo, explorando como emoções atravessam corpo, escolhas e relações de poder, produzindo conhecimento, ética e responsabilidade.
Mudanças inesperadas e rupturas profundas deslocam nossa identidade e desafiam o sentimento de pertencimento. Este texto reflete sobre o não caber, a perda e o intervalo entre quem fomos e quem ainda estamos nos tornando.
A identidade não se constrói como algo estável, mas como um percurso atravessado por mudanças, perdas e reinvenções. Este ensaio reflete sobre o eu em movimento, o corpo como arquivo da experiência e a narrativa como forma de atravessar transformações pessoais e sociais.
