O Irã de 2026 não se sustenta pela fé, mas por uma engrenagem que une dinheiro, armas e controle econômico. Enquanto a população enfrenta colapso e repressão, a Guarda Revolucionária opera como a maior holding do país, lucrando com sanções e escassez. Com a sucessão de Khamenei no horizonte, o regime sobrevive — mas à beira de uma mutação perigosa.
Mais de 3.000 mortos, inflação fora de controle e um apagão digital sem precedentes. Entenda as forças que implodiram o pacto social em Teerã e por que 2026 é o ano do “tudo ou nada” para o regime teocrático.
Esqueça o passado. Em 2026, a nova obsessão de Trump é o Canal do Panamá. Entenda como a crise hídrica e a sombra da China criaram o pretexto perfeito para uma manobra de pinça que ameaça redesenhar o mapa das Américas. Leia agora no Conversa Fora.
No início de 2026, a diplomacia do grito ganha um novo capítulo nos trópicos. Enquanto o mundo digere a investida americana sobre a Groenlândia, Washington prepara o terreno para retomar o controle do Canal do Panamá. Entre crises hídricas e a sombra da infraestrutura chinesa, este texto disseca a manobra de Donald Trump para expulsar Pequim e garantir que os EUA voltem a ser os únicos porteiros das Américas.
Descubra por que a Groenlândia virou a peça central da estratégia de Trump em 2026. Da guerra pelas terras raras ao escudo antimísseis “Domo de Ouro”, entenda os bastidores da nova obsessão americana no Ártico.
A captura de Nicolás Maduro não deve ser lida apenas como um episódio geopolítico isolado. Ela revela uma transformação mais profunda: quando exceções jurídicas deixam de ser respostas extraordinárias e passam a funcionar como método recorrente de ação política externa.
O texto analisa como a política da urgência e a exceção permanente corroem a deliberação democrática. Quando decisões priorizam ação imediata, conflitos e divergências perdem legitimidade, e regras passam a ser vistas como entraves. A democracia permanece formalmente intacta, mas perde densidade institucional e participação efetiva.
Por que regras que deveriam proteger a democracia passaram a ser vistas como entraves? O texto analisa como a retórica da eficiência, o ressentimento institucional e o discurso populista transformam instituições em inimigas do próprio jogo democrático.
Em tempos de crise, sociedades tendem a apostar em líderes fortes. Este ensaio mostra por que democracias não sobrevivem por virtudes individuais, mas por instituições sólidas, regras compartilhadas e limites ao poder.
O texto analisa como o consumo sempre esteve ligado a disputas políticas e mostra como grupos à direita passaram a usar boicotes e campanhas simbólicas contra marcas como forma de ação política. A partir dos casos Bis e Havaianas, o artigo discute o mercado como espaço de poder, identidade e conflito, afastando a ideia de neutralidade do consumo.
