O texto analisa O Avesso da Pele a partir das relações entre memória, violência e racialização, mostrando como o romance de Jeferson Tenório expõe estruturas que definem quais vidas são mais vulneráveis à morte. A partir de uma leitura que dialoga com Achille Mbembe, o artigo discute necropolítica, disputa narrativa e o papel do afeto como forma de resistência.
