No Super Bowl 2026, Bad Bunny rompeu o roteiro do entretenimento americano ao levar a história colonial de Porto Rico ao maior palco dos Estados Unidos. Entre símbolos visuais, música e memória, o artista transformou o show do intervalo em ato político e conectou seu álbum DeBÍ TiRAR MáS FOToS ao trabalho de historiadores que lutam contra o apagamento cultural.
Rage não é apenas explosão emocional, mas uma forma de linguagem moldada por algoritmos, métricas de engajamento e economia da atenção. Nas redes sociais, a raiva deixa de ser exceção e passa a estruturar a comunicação.
O Irã de 2026 não se sustenta pela fé, mas por uma engrenagem que une dinheiro, armas e controle econômico. Enquanto a população enfrenta colapso e repressão, a Guarda Revolucionária opera como a maior holding do país, lucrando com sanções e escassez. Com a sucessão de Khamenei no horizonte, o regime sobrevive — mas à beira de uma mutação perigosa.
Mais de 3.000 mortos, inflação fora de controle e um apagão digital sem precedentes. Entenda as forças que implodiram o pacto social em Teerã e por que 2026 é o ano do “tudo ou nada” para o regime teocrático.
No início de 2026, a diplomacia do grito ganha um novo capítulo nos trópicos. Enquanto o mundo digere a investida americana sobre a Groenlândia, Washington prepara o terreno para retomar o controle do Canal do Panamá. Entre crises hídricas e a sombra da infraestrutura chinesa, este texto disseca a manobra de Donald Trump para expulsar Pequim e garantir que os EUA voltem a ser os únicos porteiros das Américas.
Descubra por que a Groenlândia virou a peça central da estratégia de Trump em 2026. Da guerra pelas terras raras ao escudo antimísseis “Domo de Ouro”, entenda os bastidores da nova obsessão americana no Ártico.
Descubra a vida fascinante de Ernest Hemingway. Da Teoria do Iceberg aos bares de Havana, exploramos suas obras, suas lutas e o legado de um dos maiores escritores do século XX. Leia mais no Conversa Fora
Este ensaio investiga como a arquitetura dos aplicativos de relacionamento (Tinder, Bumble) transformou o encontro humano em um processo de gerenciamento de estoque. Ao analisar o conceito de “capitalismo emocional”, o texto discute como o gesto mecânico do swipe e a oferta infinita de opções educam nossa subjetividade para a obsolescência programada do outro. Uma reflexão necessária sobre a urgência de descolonizar nosso desejo, retomar o tempo do coração e resgatar a capacidade de sermos afetados pelo imprevisto.
O texto analisa a monogamia não apenas como uma escolha afetiva, mas como um regime que se articula profundamente com a lógica capitalista. A partir de Descolonização dos Afetos, de Geni Núñez, o ensaio mostra como o amor monogâmico contemporâneo incorpora ideias de propriedade, investimento e gestão emocional
Este ensaio investiga o momento em que a eficiência deixa de ser ferramenta no futebol e passa a operar como ideologia. A partir de exemplos concretos, o texto questiona como dados, métricas e lógicas de curto prazo reorganizam o jogo, o risco e a experiência esportiva
