O texto analisa New Orleans como cidade-chave na formação do jazz, abordando o papel da escravidão, da segregação urbana, da vida noturna e do improviso como práticas sociais. A música é tratada como documento histórico e expressão das condições urbanas que moldaram a experiência negra na cidade.
A NBA se tornou mais do que uma liga esportiva: virou linguagem cultural global. Entre espetáculo, identidade, política e mercado, o basquete revela como o esporte expressa as tensões do nosso tempo.
O Arsenal se consolida como um espaço onde futebol e cultura negra se cruzam, articulando identidade, pertencimento e produção cultural nas margens da cidade de Londres.
