As praças continuam ali, mas a forma de ocupá-las mudou. Este texto investiga por que os espaços onde era possível simplesmente estar estão desaparecendo, não fisicamente, mas na forma como vivemos a cidade.
O texto analisa New Orleans como cidade-chave na formação do jazz, abordando o papel da escravidão, da segregação urbana, da vida noturna e do improviso como práticas sociais. A música é tratada como documento histórico e expressão das condições urbanas que moldaram a experiência negra na cidade.
