Em tempos de crise, sociedades tendem a apostar em líderes fortes. Este ensaio mostra por que democracias não sobrevivem por virtudes individuais, mas por instituições sólidas, regras compartilhadas e limites ao poder.
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.