Mudanças inesperadas e rupturas profundas deslocam nossa identidade e desafiam o sentimento de pertencimento. Este texto reflete sobre o não caber, a perda e o intervalo entre quem fomos e quem ainda estamos nos tornando.
A identidade não se constrói como algo estável, mas como um percurso atravessado por mudanças, perdas e reinvenções. Este ensaio reflete sobre o eu em movimento, o corpo como arquivo da experiência e a narrativa como forma de atravessar transformações pessoais e sociais.
