Este texto observa como, em diferentes cidades do mundo, a noite se tornou um tempo possível para encontros, experimentações e cenas culturais que não cabem no ritmo diurno. Sem idealizar nem generalizar, o ensaio celebra a pluralidade da cultura noturna como camada viva da experiência urbana.
O Arsenal se consolida como um espaço onde futebol e cultura negra se cruzam, articulando identidade, pertencimento e produção cultural nas margens da cidade de Londres.
