O Irã de 2026 não se sustenta pela fé, mas por uma engrenagem que une dinheiro, armas e controle econômico. Enquanto a população enfrenta colapso e repressão, a Guarda Revolucionária opera como a maior holding do país, lucrando com sanções e escassez. Com a sucessão de Khamenei no horizonte, o regime sobrevive — mas à beira de uma mutação perigosa.
