Este texto observa como, em diferentes cidades do mundo, a noite se tornou um tempo possível para encontros, experimentações e cenas culturais que não cabem no ritmo diurno. Sem idealizar nem generalizar, o ensaio celebra a pluralidade da cultura noturna como camada viva da experiência urbana.
Prédios abandonados no Rio de Janeiro não são vazios, mas arquivos silenciosos de escolhas urbanas, ciclos interrompidos e memórias coletivas esquecidas. O texto percorre fachadas, ruas e tempos sobrepostos para mostrar como o esquecimento também molda a cidade. Um ensaio sobre permanência, espaço e aquilo que insiste mesmo quando o olhar urbano se desvia.
