Um ensaio sobre como o afeto atravessa as trajetórias profissionais, revelando tensões entre amor pelo trabalho, cansaço, identidade e sobrevivência no capitalismo contemporâneo.
Este ensaio propõe o afeto como método de compreensão do mundo, explorando como emoções atravessam corpo, escolhas e relações de poder, produzindo conhecimento, ética e responsabilidade.
A identidade não se constrói como algo estável, mas como um percurso atravessado por mudanças, perdas e reinvenções. Este ensaio reflete sobre o eu em movimento, o corpo como arquivo da experiência e a narrativa como forma de atravessar transformações pessoais e sociais.
