O afrofuturismo costuma ser associado a filmes como Pantera Negra ou a obras de ficção científica protagonizadas por pessoas negras. No entanto, seu alcance vai muito além da estética. Ao questionar quem tem o direito de imaginar o futuro, o movimento conecta memória, tecnologia, identidade e política para desafiar narrativas tradicionais sobre progresso e desenvolvimento.
A ascensão da Índia e da China indica uma mudança importante no poder global. O texto analisa esse processo, suas contradições e os limites da multipolaridade no mundo atual.
