O afrofuturismo costuma ser associado a filmes como Pantera Negra ou a obras de ficção científica protagonizadas por pessoas negras. No entanto, seu alcance vai muito além da estética. Ao questionar quem tem o direito de imaginar o futuro, o movimento conecta memória, tecnologia, identidade e política para desafiar narrativas tradicionais sobre progresso e desenvolvimento.
Por que é tão difícil parar no meio de uma série, mesmo quando ela nem é tão boa? Este texto analisa como o streaming transforma escolha em continuidade e reorganiza nossa relação com o tempo.
Rage não é apenas explosão emocional, mas uma forma de linguagem moldada por algoritmos, métricas de engajamento e economia da atenção. Nas redes sociais, a raiva deixa de ser exceção e passa a estruturar a comunicação.
