Da estética dos coworkings aos apartamentos do Airbnb, as cidades contemporâneas parecem cada vez mais parecidas entre si. O texto analisa como arquitetura, plataformas digitais e lógica de consumo estão transformando espaços urbanos em ambientes neutros, transitórios e visualmente padronizados.
As praças continuam ali, mas a forma de ocupá-las mudou. Este texto investiga por que os espaços onde era possível simplesmente estar estão desaparecendo, não fisicamente, mas na forma como vivemos a cidade.
Este texto observa como, em diferentes cidades do mundo, a noite se tornou um tempo possível para encontros, experimentações e cenas culturais que não cabem no ritmo diurno. Sem idealizar nem generalizar, o ensaio celebra a pluralidade da cultura noturna como camada viva da experiência urbana.
