A Copa do Mundo sempre foi apresentada como um torneio entre nações. Em 2026, porém, mais de 300 jogadores nasceram em países diferentes daqueles que representam. A partir dos casos de Marrocos e Cabo Verde, este ensaio discute como migração, colonialismo e globalização transformaram as formas de pertencimento e desafiaram as concepções tradicionais de identidade nacional.
Muito antes das redes sociais e do streaming, a Copa do Mundo já ajudava milhões de pessoas a viver a sensação de assistir ao planeta em tempo real. Do rádio à televisão, dos satélites aos algoritmos, o torneio participou diretamente da transformação da mídia global contemporânea.
