A história da criminalização da capoeira revela como a Primeira República associou corpos negros, pobreza e ocupação das ruas à ideia de perigo social no Brasil pós-abolição.
O texto analisa O Avesso da Pele a partir das relações entre memória, violência e racialização, mostrando como o romance de Jeferson Tenório expõe estruturas que definem quais vidas são mais vulneráveis à morte. A partir de uma leitura que dialoga com Achille Mbembe, o artigo discute necropolítica, disputa narrativa e o papel do afeto como forma de resistência.
O texto analisa Necropolítica, de Achille Mbembe, como uma das principais chaves para compreender o exercício contemporâneo do poder por meio da produção sistemática da morte. A partir do diálogo com a biopolítica de Foucault e dos estudos decoloniais, o artigo discute como racismo, soberania e violência estatal estruturam regimes políticos em contextos de normalidade democrática, com destaque para a realidade brasileira.
